Joãozinho chamou o pai no meio da noite e disse:
– Pai, tem muitos mosquitos no meu quarto!
– Apague a luz que eles vão embora, filhote! — diz o pai, carinhosamente.
Logo depois apareceu um vaga-lume. O menino chamou o pai outra vez:
– Pai, socorro! Agora os mosquitos estão vindo com lanternas!


Uma família feliz está à mesa de jantar quando o filho faz uma pergunta “nada a ver”:
Papai, quantos tipos de seios existem?
– Bem, filho, existem três tipos de seios. Aos 20 anos a mulher tem seios como melões: firmes e redondos. Aos 30 e aos 40 eles são como peras, ainda belos, porém um pouco caídos… Aos 50 os seios ficam como cebolas: quando você olha para eles, fica com vontade de chorar.
Depois dessa resposta, a filha é quem pergunta para a mãe:
Mãe, quantos tipos de pênis existem?
A mãe olha pro marido e responde:
Filha, o homem passa por três fases: Aos 20 anos o pênis é como um pé de Jacarandá, respeitável e firme. Dos 30 aos 40 o pênis é como um pé de Chorão, flexível mas confiável. Após os 50 o pênis fica como uma árvore de Natal.
– Como assim?
– Morto da raiz até a ponta e as bolas ficam penduradas como decoração!


Joãozinho está chorando na calçada e o avô vem consolar:
– Por que você está chorando?
– Eu perdi uma nota de um real.
– Não chore. Tome aqui duas notas de um real
– Snif… Buáaaaaaa!!!
– E agora, meu filho, por que você está chorando?
– Eu devia ter dito que tinha perdido uma de cinco reais…


Preocupado com o futuro de seu filho único, aquele pai chama um psicólogo para analisá-lo. O psicólogo então, indo à casa do Coronel, fez três perguntas ao moleque:
– Qual é o seu número de sorte?
– Ah, é o 11!
– Que animal você gostaria de ser?
– Ora, o jacaré!
– E qual é a profissão que você quer exercer?
– Eu quero ser advogado! Dirigindo-se ao Coronel, o psicólogo então tranquilizou-o:
– Pode ficar sossegado, meu amigo, que seu filho não escolheu 24 como número, nem o veado como animal, e como profissão ele quer ser advogado, e não cabeleireiro ou decorador de interiores.
O Coronel, satisfeito, disse ao filho que estava muito orgulhoso dele e que gostaria de saber o motivo daquelas escolhas.
– Ora, papi! Escolhi o 11 porque é 1 atrás do outro; escolhi o jacaré porque defende-se com o rabo; e quero ser advogado porque pula de uma vara a outra!


O filho vai até o bar chamar o pai:
Papai, a mãe mandou chamar, por­que você já está bêbado.
Como todo bebum, o pai não admite a bebedeira:
– Que bêbado, muleque? Olha lá na porta do bar, o cachorro entrando… Se eu estivesse bêbado, veria quatro olhos, hic. Estou vendo os dois olhos do bicho!
O menino responde:
Pai, o cachorro não tá entrando, tá saindo.


Um casal tinha conseguido a empre­gada dos sonhos. Até que chegam em casa e a encontram de mala na mão.
– Vou-me embora – anuncia ela.
– Mas por quê?
Eles protestam e ela confessa que está grávida. Duas horas depois eles re­solvem adotar a criança. Um ano depois eles voltam de viagem e se deparam com mesma cena:
– Vou-me embora, engravidei de novo!
– Tudo bem, Maria! Fica que a gente adota esse também.
Dois anos se passam e a cena se re­pete pela terceira, quarta e quinta vez. Até que um dia…
– Vou-me embora! – diz Maria, com a mala na mão.
– Não! Desta vez chega! Seis crianças já é demais!
– Não, Madame! Eu não estou grávi­da, não!
– Então, por que é que você está que­rendo ir embora desta vez?
– Eu gostava muito de trabalhar para a senhora, sabe! Mas agora, esse empre­go está ficando cada dia pior… eu detesto trabalhar em casa com crianças!