Ricardinho já estava cansado de ser chamado de boiola na vizinhança. Por isso resolveu arrumar uma namorada, noivou casou pra ver se paravam de encher o saco. Na lua-de-mel, a noiva, uma ruiva maravilhosa, fica impaciente pelo grande momento. Deita na cama, abraça, beija, faz de tudo e o moço nada. Só ficava na janela, olhando pro céu estrelado. Ela continua insistindo e… nadica de nada! Daí, a dona perde a paciência:
– Qualé, Ricardinho? Vais ficar aí sentado na janela olhando pro alto, é?
E o Ricardinho:
– É que minha mãe falou que essa seria “A noite mais maravilhosa da minha vida“. E você acha que ia perder alguma coisa?


Uma família feliz está à mesa de jantar quando o filho faz uma pergunta “nada a ver”:
Papai, quantos tipos de seios existem?
– Bem, filho, existem três tipos de seios. Aos 20 anos a mulher tem seios como melões: firmes e redondos. Aos 30 e aos 40 eles são como peras, ainda belos, porém um pouco caídos… Aos 50 os seios ficam como cebolas: quando você olha para eles, fica com vontade de chorar.
Depois dessa resposta, a filha é quem pergunta para a mãe:
Mãe, quantos tipos de pênis existem?
A mãe olha pro marido e responde:
Filha, o homem passa por três fases: Aos 20 anos o pênis é como um pé de Jacarandá, respeitável e firme. Dos 30 aos 40 o pênis é como um pé de Chorão, flexível mas confiável. Após os 50 o pênis fica como uma árvore de Natal.
– Como assim?
– Morto da raiz até a ponta e as bolas ficam penduradas como decoração!


Um casal tinha conseguido a empre­gada dos sonhos. Até que chegam em casa e a encontram de mala na mão.
– Vou-me embora – anuncia ela.
– Mas por quê?
Eles protestam e ela confessa que está grávida. Duas horas depois eles re­solvem adotar a criança. Um ano depois eles voltam de viagem e se deparam com mesma cena:
– Vou-me embora, engravidei de novo!
– Tudo bem, Maria! Fica que a gente adota esse também.
Dois anos se passam e a cena se re­pete pela terceira, quarta e quinta vez. Até que um dia…
– Vou-me embora! – diz Maria, com a mala na mão.
– Não! Desta vez chega! Seis crianças já é demais!
– Não, Madame! Eu não estou grávi­da, não!
– Então, por que é que você está que­rendo ir embora desta vez?
– Eu gostava muito de trabalhar para a senhora, sabe! Mas agora, esse empre­go está ficando cada dia pior… eu detesto trabalhar em casa com crianças!