Naquele restaurante metido à besta, o maitre vem com uma conta de 1.000 reais por um frango assado e, ante o olhar de pasmo do freguês, vai logo avisando que só atende gente de elite que nunca discute preços.
– Ninguém está impressionado com a conta – diz o freguês.
– Mas acho que é um pecado sacrificar um animal de tamanho valor!


Vinte minutos depois da tacada inicial, uma jovem entra na sede do clube de golfe, chorando de dor.
– O que aconteceu? – pergunta um veterano profissional.
– Fui mordida por uma abelha!
– Nossa! Onde foi?
– Ai… Entre o primeiro e o segundo buracos.
– Humm… – observa o veterano golfista, num ato falho extremamente profissional, procurando ensinar a principiante.
– Você precisa corrigir a sua postura. Está jogando com as pernas muito abertas.


Preocupado com o futuro de seu filho único, aquele pai chama um psicólogo para analisá-lo. O psicólogo então, indo à casa do Coronel, fez três perguntas ao moleque:
– Qual é o seu número de sorte?
– Ah, é o 11!
– Que animal você gostaria de ser?
– Ora, o jacaré!
– E qual é a profissão que você quer exercer?
– Eu quero ser advogado! Dirigindo-se ao Coronel, o psicólogo então tranquilizou-o:
– Pode ficar sossegado, meu amigo, que seu filho não escolheu 24 como número, nem o veado como animal, e como profissão ele quer ser advogado, e não cabeleireiro ou decorador de interiores.
O Coronel, satisfeito, disse ao filho que estava muito orgulhoso dele e que gostaria de saber o motivo daquelas escolhas.
– Ora, papi! Escolhi o 11 porque é 1 atrás do outro; escolhi o jacaré porque defende-se com o rabo; e quero ser advogado porque pula de uma vara a outra!