O rapaz vai com um amigo no estádio assistir um jogo de futebol. Como a casa da avó velhinha fica no caminho ele resolve dar uma passadinha para cumprimentá-la. Aproveitando a presença do neto, a velhinha pede para ele consertar um vazamento na pia da cozinha. Enquanto isso, ela leva o amigo do neto para a sala e oferece-lhe uma bebida. Junto com o copo está um pratinho de amendoins que o rapaz come sem parar, um por um. Tarde demais ele percebe que comeu tudo que havia no prato. Na hora de ir embora ele agradece calorosamente a avó do amigo:
– E obrigado pelo amendoim… Espero não ter abusado, não lhe deixei nenhum, desculpe!
A vovó, amável, responde:
– Não tem problema, meu filho. De qualquer jeito não posso mais comê-los. Depois que perdi meus dentes, eu só lambo o chocolate que vem em volta.


Um colunista social de revista de fofocas sai de férias e resolve ir para uma fazenda de um parente. Lá, o fazendeiro manda-o jogar esterco num campo, imaginando que o colunista irá levar o dia inteiro. Uma hora depois ele volta para o fazendeiro dizendo que está terminado. O fazendeiro vai verificar e o serviço foi concluído eficientemente.
Ele dá então outra tarefa: separar batatas em três montes: grandes, médios e pequenos.
De noite, o colunista não aparece. dia seguinte ele não vai almoçar. O fazendeiro vai tenta saber o que aconteceu. O jornalista está na frente das batatas, com apenas três batatas separadas.
-Não entendo! – espanta-se o fazendeiro – O senhor cuidou do esterco em uma hora e não consegue separar as batatas em três montes?
– É que… espalhar merda é comigo mesmo.


Depois de muitos anos, dois amigos de infância se reencontram:
– E então, Gustavo, o que você está fazendo da vida?
– Eu me formei em Engenharia, estou trabalhando como projetista de aviões, e você?
– Eu me formei em Psicologia. Estou me especializando em viciados em drogas…
– Cara, você é um herói! Se eu tivesse que ficar o dia inteiro ouvindo os problemas dos outros, pode apostar que eu acabaria deprimido.
Ah, se eu ficasse ouvindo, com certeza eu também acabaria.


Preocupado com o futuro de seu filho único, aquele pai chama um psicólogo para analisá-lo. O psicólogo então, indo à casa do Coronel, fez três perguntas ao moleque:
– Qual é o seu número de sorte?
– Ah, é o 11!
– Que animal você gostaria de ser?
– Ora, o jacaré!
– E qual é a profissão que você quer exercer?
– Eu quero ser advogado! Dirigindo-se ao Coronel, o psicólogo então tranquilizou-o:
– Pode ficar sossegado, meu amigo, que seu filho não escolheu 24 como número, nem o veado como animal, e como profissão ele quer ser advogado, e não cabeleireiro ou decorador de interiores.
O Coronel, satisfeito, disse ao filho que estava muito orgulhoso dele e que gostaria de saber o motivo daquelas escolhas.
– Ora, papi! Escolhi o 11 porque é 1 atrás do outro; escolhi o jacaré porque defende-se com o rabo; e quero ser advogado porque pula de uma vara a outra!


Aqueles três amigos tinham acabado de chegar na cidade para esquiar, mas era muito tarde, quase todos os hotéis estavam lotados e só encontraram um lugar vago. Como não tinha outro jeito, os três resolveram dividir a mesma cama por uma noite. No dia seguinte, o homem que dormiu no lado esquerdo falou:
– Gente eu sonhei que tinha uma mulher gostosa segurando o meu pinto! O que dormiu do lado direito falou:
– Ué! eu tive um sonho igual!!
O do meio falou:
Engraçado, o meu sonho foi diferente. Eu sonhei que estava esquiando…


Dois amigos estão bebendo num bar, discutindo as rotinas do casamento e suas consequências. Um deles diz:
– Quando eu e minha esposa nos casamos, ela tinha corpo de deusa. Hoje é gorda, enorme, mal consegue fechar as pernas. Eu não podia ficar longe um dia, hoje tá difícil de ficar perto.
O outro amigo sugere:
– Põ, esse problema é tão fácil de re­solver! Faz ela andar 10 km de manhã e 10 km de noite!
– Mas será que ela emagrece?
– Bom, se emagrece eu não sei, mas daqui uma semana ela vai estar a 140 km de distância.